domingo, 4 de dezembro de 2016

Minha Deusa da Lunação - 29/11 a 29/12/16: Inanna

Inanna, a grande deusa da Era do Bronze, era adorada como a rainha do céu. Algumas pessoas acreditavam que ela se vestia com estrelas. Seu nome se traduz por “Rainha da Lua”; a história da sua descida aos infernos e volta deles explica sua conexão com este corpo celestial.

A irmã de Inanna, Ereshkigal, era a deusa da morte. Certo dia, Inanna desceu ao país dos mortos para visitar a irmã. Mas em vez de mostrar hospitalidade, Ereshkigal matou a irma e pendurou seu cadáver numa estaca. Enquanto Inanna estava presa a uma armadilha embaixo da terra , a lua desapareceu do céu noturno; todas as coisas pararam de crescer. Depois de três dias, o deus da água teve acesso ao cadáver de Inanna . Ele a banou com a água da vida, ressuscitando Inanna, e ela voltou ao mundo superior trazendo a lua e toda  a vida de volta com ela.

Texto retirado do livro “Oráculo Sagrado das Deusas”, de Kris Waldherr

Ótima lunação a tod@s!


Mônica Azevedo

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Dia da Deusa Konohana Sakuya hime

Hoje no Japão comemora-se o dia da deusa Konohana Sakuya Hime, deusa das cerejeiras.
Seu nome significa "Senhora que faz as árvores florescerem".
Deusa ligada a natureza, a terra, a fertilidade e também ao fogo.
Neta da deusa Amaterasu, filha do deus da montanha Oho Yama Tsumi e esposa do deus Ninigi no Mikoto.
O mito conta que Sakuya Hime e Ninigi se encontraram no litoral e ficaram completamente apaixonados. Ninigi foi então pedir a mão de Sakuya para seu pai. Oho Yama propôs que Ninigi se casasse com sua filha mais velha, Iwa Naga, mas Ninigi estava decidido por seu amor. Oho Yama relutou mas aceitou o casamento entre Ningi e Sakuya.
Por Ningi ter rejeitado Iwa, deusa das pedras, a vida humana tornou-se curta e efêmera como as flores da cerejeira ao invés de estável e duradora como as pedras.

Em uma apenas noite Sakuya engravidou. Ninigi desconfiou da fidelidade da esposa e ela enfurecida, entrou numa cabana sem porta e em seguida ateou fogo. Ela prometeu que se seu filho saísse ileso era porque sua descendência era verdadeira. E assim, na cabana em meio as chamas, Sakuya deu à luz a três filhos (Hoderi, Hosuseri e Hoori).
Nos séculos XIV a XVI, Sakuya passou a ser associada também ao Monte Fuji, que é um vulcão. Ela passou a ser vista como heroína porque seus filhos sobreviveram a uma cabana em chamas. Santuários foram construídos e dedicados a ela aos pés do monte, e acredita-se que ela o mantem ativo.

No folclore popular conta-se que a Princesa Konohana Sakuya Hime caiu dos céus sobre uma cerejeira e assim se transformou símbolo dessas belas flores.


Obrigada,
Ana K.


Fontes: wikipedia e theia de thea.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Minha Deusa da Lunação - 30/10 a 29/11/16: Deméter


Deméter, deusa grega da colheita, é considerada o arquétipo da mãe da deusa tríplice. Sua história ofereceu consolo através das eras para as mães de todos os lugares e serve para explicar as estações do ano.

Quando a filha de Deméter, Perséfone foi raptada por Plutão, deus do inferno, para toma-la como sua esposa, ela buscou sua filha até os confins da Terra. Deméter logo soube que Zeus permitira que Plutão se casasse com Perséfone. Com essa notícia, tristeza e fúria inundaram a deusa. Para que a terra refletisse sua mágoa, Deméter impediu todas as plantas de florescer e amadurecer, criando assim o inverno pela primeira vez.

O principal ritual associado à Deméter foi o Tesmofória, que permitia às mulheres processar as suas dores, respeitar sua tristeza e reconhecer sua divindade interior, semelhante à da deusa.

Texto retirado do livro “Oráculo Sagrado das Deusas”, de Kris Waldherr

Ótima lunação a tod@s!


Mônica Azevedo

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Minha Deusa da Lunação - 30/09 a 30/10/16: Aine


Deusa irlandesa do amor e da luz, Aine era cultuada na noite do solstício de verão. Associada ao Sol e à Lua, a popularidade de Aine é comprovada por santuários devotados a ela em todo o mundo celta. Algumas pessoas acreditam que durante a Idade Média a influência do cristianismo tenha desestimulado o culto de Aine. Mesmo assim, não podem seus poderes deixar de ser reconhecidos. Aine, a deusa da luz, foi transformada em leannan sidhe, uma rainha das fadas mágica, cujo poderes pode ser usados para diabruras.

História sobre Aine, a rainha das fadas: Uma delas averte que um namorico romântico com a Aine leva a uma morte extasiante – um conto popular provavelmente disseminado pelos monges cristãos, para estimular a monogamia. Outra história a venera como mãe das fadas, por meio de encontros com homens mortais. Como tal, sugere o poder do amor para espalhar magia pelo mundo.

Texto retirado do "Oráculo Sagrado das Deusas", de Kris Walderr

Ótima lunação a tod@s!

Mônica Azevedo



sábado, 17 de setembro de 2016

Conselho da Semana - Lua Cheia

Olá a tod@s!
O conselho para a semana de Lua Cheia é:


*Criando Sucesso e Dinheiro - Deepak Chopra

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Minha Deusa da Lunação - 01 a 30/09/16: Astarte

Nesta lua nova em Virgem, utilizei o “Oráculo Sagrado das Deusas” em busca de um aconselhamento e a deusa que surgiu para mim como orientação até a próxima lunação é Astarte. Compartilho aqui um texto sobre Astarte, retirado do “Livro Mágico da Lua”, de D. J. Conway:

“Astarte, a Rainha do Paraíso, era conhecida em todo o Oriente Médio, até mesmo entre os hebreus. Era a divindade principal da cidade de Sidon. Outro de seu muitos nomes era Astoreth. Assim como muitas outras divindades lunares, esta deusa era constantemente descrita usando Chifres da Lua Crescente ou tendo uma cabeça de novilha com chifres.

Astarte não era apenas uma deusa lunar do amor, mas também uma deidade de prosperidade. Até mesmo as mulheres de Israel eram admoestadas por oferecer bebidas, incenso e bolos lunares a Astarte. Seus bosques sagrados, onde viviam as sacerdotisas do amor, eram frequentados pelos homens. Os profetas de fogo e enxofre de Israel que tentavam forçar o culto do deus único ao povo só obtiveram sucesso após destruir os templos e cortarem as árvores dos bosques da Rainha do Paraíso Mas a deusa mergulhou no subsolo para parecer como parte da nova religião, na pele de Shekinah. Os cristãos ainda a conhecem como Maria, A Rainha dos Ceus.”

Ótima lunação a tod@s!


Mônica Azevedo

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Minha Deusa da Lunação – 02/08 a 01/09/2016: Amaterasu

Amaterasu é uma deusa do xintoísmo (antiga tradição espiritual do Japão), associada ao sol. Conta o mito que a deusa morava em uma caverna, saindo dela todos os dias para iluminar o céu. Porém, certa vez, intimidada por seu irmão, Suzanoo (deus das tempestades), Amaterasu se recolheu em sua gruta, recusando-se a sair de lá.

Em razão da sua ausência, os dias seguintes foram escuros e tristes. Esta situação incomodava até mesmo os outros deuses, que se reuniram na entrada da caverna de Amaterasu, na companhia de Uzume, a deusa do riso, que passou a fazer brincadeiras, fazendo com que todos começassem a gargalhar. Amaterasu, então, ficou curiosa para ver o que estava ocorrendo e saiu. Neste momento, os deuses colocaram um espelho diante da deusa, que reconheceu a sua beleza e brilho. Com isso, os dias voltaram a ser iluminados e alegres.

O mito de Amaterasu pode nos ensinar a reconhecermos a nossa beleza e poder pessoal. Ainda, ele mostra a importância do nosso brilho para ajudar a despertar a luz no outro também. O mundo precisa de luz e cada um de nós pode contribuir nosso brilho individual!


Mônica Azevedo

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Minha Deusa da Lunação – 04/07 a 02/08/2016: Anuket


No antigo Egito, a deusa Anuket era reconhecida como a benevolente doadora da vida. Ela era associada principalmente com as águas nutrizes do Nilo. Ela era associada principalmente com as águas nutrizes do Nilo. Algumas pessoas a consideravam a verdadeira encarnação do Nilo, com seus dois afluentes simbolizando os braços da deusa. O nome Anuket se traduz apropriadamente por “a que abraça”. Ele também sugere o modo como as águas do Nilo abraçam as margens férteis, envolvendo-as.

Anuket era venerada durante a enchente anual do Nilo com um extasiante festival de agradecimento. Durante essa festa, os seus devotos arremenssavam oferendas de ouro e outros objetos preciosos no rio, que eram levados pela correnteza. Podemos imaginar como as pessoas que moravam rio abaixo ficavam felizes ao descobrir essas riquezas em suas praias.

Texto retirado do livro “Oráculo Sagrado das Deusas”, de Kris Waldherr


Mônica Azevedo

linkwithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...